Estelar098amaismais
06/07/2031 - 07:58
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- Joder Martinelli..., ¿dónde estás? (Porra Martinelli..., cadê você...)
Verifico o celular outra vez, rogando aos céus que surja qualquer sinal de atividade no contato em minha tela.
- ¿Qué pasa? ¿Él está llegando? (E aí? Ele tá chegando?)
Ouço uma voz conhecida atrás de mim.
- ¿Cómo voy a saberlo? ¡Este jodido no contesta el teléfono! (Como é que eu vou saber?? Esse fudido não atende o telefone!)
- Tranquilo pau, no es como si se fuera a ir a otro sitio y no a su propia casa... ¿no? (Calma pau, não é como se ele fosse ir pra outro lugar e não pra própria casa,... né?)
- No sé..., estoy pensando que no vendrá (Sei não viu..., tô é achando que ele não vem)
- No es posible que después de dos semanas fuera de casa no pase por aquí primero después de aterrizar. Bueno,... a menos que no haya aterrizado en Barcelona (Não é possível que depois de duas semanas fora de casa ele não vai passar aqui primeiro depois de pousar. Bom,... a menos que ele não tenha pousado em Barcelona)
- Ah, sí, 'yamerda', ayudó mucho allí, ya ves, amigos (Ah sim 'yamerda', ajudou muito aí viu, amigasso você)
- Caballo (Cavalo)
Reviro os olhos com a acusação e volto minha atenção pro aparelho mal iluminado em minhas mãos. "Calma, él va a llegar, él va a venir, y todo va a estar en su sitio" ("Calma, ele vai chegar, ele vai vir, e vai estar tudo no lugar"). Repito essa frase em minha cabeça mais algumas vezes até que ela comece a fazer algum efeito em minha mente e respiração aceleradas. Preciso manter a calma, já que nessa noite "todo tiene que estar perfecto" ("Tudo precisa estar perfeito").