the best of all ☆
3 stories
Acidentalmente sua by Dirtyafa
Dirtyafa
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Após um erro inacreditável, Margô descobre que está grávida do homem mais famoso do mundo: Michael Jackson. Um astro do pop idolatrado por milhões de pessoas e que vive sob constante perseguição da mídia. Agora, enquanto tenta lidar com uma gravidez inesperada, paparazzis e a pressão da fama, ela também precisa enfrentar algo ainda mais assustador: a aproximação do pai do bebê. Entre encontros e uma convivência inevitável, ela conseguirá manter os sentimentos sob controle? Ela não sabe.
Bad For Me [Michael Jackson Fanfic] by dirtydd8
dirtydd8
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Outubro de 1988. Das anotações de Michael Jackson. "Às vezes acho engraçado como existem milhares de pessoas gritando meu nome todas as noites, mas nenhuma delas realmente me conhece. Talvez a culpa seja minha. Talvez eu tenha passado tempo demais aprendendo a ser o que esperavam de mim. Os ensaios para a Bad Tour estão me consumindo outra vez. Frank diz que eu preciso descansar. Quincy diz que eu preciso confiar mais no que já construí. Meu corpo concorda com eles. Minha mente não. Porque não importa quantos estádios eu lote, sempre existe uma voz me lembrando que preciso ser melhor do que fui ontem. Melhor do que Thriller. Melhor do que o Michael de ontem. Melhor do que o menino que meu pai dizia que nunca era suficiente. Então eu continuo. [...] Mais ensaios. Mais maquiagem. Mais entrevistas. Mais pessoas. Mais barulho. E ainda assim...o silêncio nunca vai embora." ... Essa história retrata o lado humano do maior artista que o mundo já conheceu. Como escritora - e principalmente como fã - quis apresentar um Michael que poucas pessoas tiveram a oportunidade de enxergar: não apenas o astro, mas o ser humano por trás dos palcos. Um homem que sentia. Que sofria. Que amava à sua própria maneira. Alguns acontecimentos retratados aqui foram inspirados em entrevistas, livros, registros e momentos reais da vida de Michael Jackson. Outros foram criados para dar fluidez à narrativa e explorar, de forma fictícia, os sentimentos e pensamentos que talvez nunca tenham sido ditos em voz alta. Essa não é apenas uma história sobre fama. É sobre solidão, pressão, amor, medo e humanidade. Espero que, ao longo dessas páginas, vocês consigam conhecer um pouco mais do homem por trás do mito. Com amor, de uma fã. Boa leitura.
Dirty Crown - Michael Jackson. by nocturnamuse
nocturnamuse
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Londres, 1987. De um lado do mundo, Michael Jackson grava Dirty Diana às três da madrugada num estúdio de Los Angeles, uma música sobre uma mulher sem nome, sem rosto, que ele não consegue explicar de onde veio. Do outro lado do oceano, Diana Frances Spencer, Princesa de Gales, ouve aquela mesma música num rádio de antena torta numa madrugada de insônia e sente, pela primeira vez em anos, algo que não sabe nomear. Eles não se conhecem. Não deveriam se conhecer. Dois prisioneiros em jaulas douradas, ele, o rei do pop que o mundo ama com uma intensidade que o isola completamente; ela, a princesa mais fotografada da Terra, sufocando em silêncio dentro de um casamento falido e uma instituição que a consome viva. Dois seres humanos que aprenderam a existir em público com uma perfeição tão absoluta que o custo privado dessa perfeição se tornou invisível para todos, menos um para o outro. Quando a Bad World Tour anuncia shows em Londres, uma data aparece numa agenda azul-escura que só Diana vê. Quando uma fotografia é tirada de uma gaveta depois de vinte e dois dias, Michael entende que já era tarde demais para guardar de volta. O que começa como reconhecimento silencioso atravessa dez anos de encontros que o mundo não pode saber, de uma atração sem nome seguro que os dois alimentam e combatem e alimentam de novo, porque algumas coisas são mais fortes que o razão, que o protocolo, que o medo de tudo que há para perder. Dirty Crown é sobre solidão que reconhece solidão. É sobre desejo que cresce no escuro porque o escuro foi o único lugar que sobrou. E termina da única forma que sempre foi possível, com um túnel em Paris e o fio que se parte às doze horas e vinte e três minutos de uma madrugada de agosto, e um homem sentado no escuro que sabia antes do telefone tocar. Não é uma história de amor. É uma história sobre o que o amor faz quando não tem para onde ir.