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No Flamengo que conquistou a Libertadores de 2025, Erick e Jorge eram o equilíbrio perfeito dentro de campo e o maior perigo fora dele. O volante chileno, frio e controlado, e o meia colombiano, talentoso e insuportavelmente provocador, passaram meses fingindo que se odiavam com todas as forças. Olhares que duravam demais, provocações sempre afiadas e uma tensão que nenhum dos dois conseguia mais suportar. Até a noite da festa da conquista, quando o álcool, a música e meses de desejo reprimido finalmente fizeram as máscaras caírem de vez, revelando que o ódio nunca foi apenas ódio.